sexta-feira, 5 de agosto de 2011

FOI MELHOR ASSIM...


Não devemos confundir o amor com paixão. Paixão é aquela que aparece, invade, toma o corpo provocando impulsos e dá os primeiros passos a fim de preparar o terreno para que o amor chegue e se instale com segurança. A paixão é passageira e logo vai embora, já o amor fica por muito mais tempo e às vezes por toda vida.

Passei por uma experiência dessas. Eu amei e ele só se apaixonou, confundiu tudo, não foi capaz de acompanhar a transição da paixão para o amor e como a lógica aponta, desapareceu. Quanto a mim só restou forçar o esquecimento para sofrer em proporções menores. Por um tempo ainda esperei que pudesse voltar, mas agora acho que não, pois já deve estar novamente apaixonado nos braços de outra e certamente com a mesma incapacidade de amar, pronto para agir da mesma forma que agiu comigo.

Por um tempo eu e a minha gatinha Lilika sofremos com a falta dele, mas para o nosso bem, foi melhor assim...


4 comentários:

  1. É mais fácil julgar, às vezes é necessário colocar-se no lugar do outro e tentar descobrir porque ele partiu...seja honesta e encontrará a resposta...

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  2. Madu,
    Mas eu sei bem porque ele partiu. Era aventureiro e do tipo que consegue o que quer e depois desencanta. Me pareceu assim por conta das histórias que contava de seu passado. Parecia me prevenir do que faria.
    Obrigado por comentar.
    Beijos,
    Amélia

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  3. Olá Amélia,

    Menina, como você está mudada. As palavras amor e paixão não faziam parte de seu vocabulário. A impressão que sempre me causou era de que sua vida tinha foco certo e também sempre foi aventureira. Como as pessoas mudam, né ? Mas, olha, não fica assim. Você pode estar equivocada acerca de suas concepções. Você não sabe da vida dele e também não sabe o que se passa na cabeça e no seu coração dele. Entre em contato, fale com ele, ligue...Abraços e lembre-se que sou sua amiga e te amo minha querida.
    Beijos,

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  4. É, querida amiga... A vida muda, né? Por isso compreendi bem a saída dele.
    Não mudei tanto assim, mas fui pega de surpresa e acabei por me deixar envolver um pouco mais, e assim, senti quando partiu.
    Sabe? É como ver um presente de Natal chegar na portaria do seu prédio, achar que é pra você e, no mesmo dia 24 de dezembro descobrir que definitivamente, aquele presente não é pra você. A gente fica arrasada, não é mesmo?
    Mas como eu disse no texto: Foi melhor assim...
    Obrigado por comentar.
    Beijos,
    Amélia

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